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A 10ª edição – 2020

Com o propósito de humanizar o acesso à Cultura, o Governo do Estado do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, realiza em 2020 o 10º Festival Amazonas Jazz, um dos mais bem sucedidos eventos do calendário cultural amazonense. Serão mais de 15 apresentações reunindo a nata da música instrumental brasileira com a elite do jazz mundial, além de workshops e palestras absolutamente gratuitos, totalmente abertos à comunidade! Improvisação, percussão brasileira, pedagogia musical, jornalismo cultural, ritmos tradicionais  da Amazônia, dança contemporânea, áudio e sonorização, bem como  iluminação de cena, serão alguns dos temas abordados. Por fim, o jazz estende-se aos flutuantes, onde serão apresentados concertos em pleno rio. E para completar, esperamos por você para prestigiar os novos talentos do jazz amazonense que concorrem ao prêmio Jovem Instrumentista em noite de apresentação, a ser realizada durante o Festival. Absolutamente imperdível! O Jazz acontece aqui!

Marcos Apolo Muniz de Araújo

Secretário de Cultura e Economia Criativa do Amazonas

Sustentabilidade Cultural, Inclusão e Novas Mídias, esse será o mote da décima edição do FAJ, a ser realizada em 2020. Sustentabilidade Cultural tido como conceito chave para assegurar legados culturais e a existência futura das comunidades. Se por um lado, o estado do Amazonas possui um significativo legado cultural antropológico, advindo de sua herança indígena, por outro, será impossível deixar de considerar as manifestações culturais herdadas de múltiplas matrizes que ao longo dos últimos quatro séculos tiveram a cidade de Manaus e a Amazônia como palco. Situada estrategicamente na confluência dos dois maiores rios do mundo, a capital do Amazonas desempenhou papel fundamental no processo de interlocução cultural operado na Amazônia desde tempos imemoriais, anteriores até à chegada dos europeus. Resultante desse processo de interlocução cultural, o Teatro Amazonas simboliza um dos vértices fundamentais do processo de modernização da chamada Paris dos Trópicos ao alvorecer do século XX. E esse legado permanece vivo um século depois, inscrito na psique manauara, ao experimentar o espírito que emana daquele edifício, cujo significado está bem para lá da sua imponência arquitetônica. O Teatro Amazonas carrega consigo não apenas uma memória histórica. Ele é portador de um símbolo  estritamente enraizado no habitus cultural da cidade. A capacidade de empreender de uma cultura que se afirma no coração da Amazônia, ciente de seus legados ancestrais e consciente de seu papel nos desafios lançados pela pós-modernidade, para que possa subsistir no futuro, inovando para se manter na vanguarda do fazer artístico. A vigorosa política cultural implantada no Amazonas em inícios do século XXI, permite que o aspecto cultural da metrópole amazônica esteja em sinergia com a sua pujança econômica, enquanto polo produtor de bens de consumo, entre as quais se incluem as ferramentas utilizadas pelas novas mídias. É nesse sentido que os legados da cidade estabelecem a ponte entre a Cultura e a produção do Polo Industrial de Manaus. Efetivamente, o celular tem se mostrado uma ferramenta de múltiplos usos, não menos no que diz respeito ao desenvolvimento de novas linguagens artísticas, que, espontaneamente, se desenvolvem de forma autônoma no seio da população, adquirindo um protagonismo jamais identificado outrora.  Considerando que o jazz é a forma de expressão artística que mais influenciou e se deixou influenciar nos últimos cem anos, nada mais natural que estabelecer pontes entre o FAJ e as novas  ferramentas tecnológicas disponíveis na  pós-modernidade. Ferramentas que possibilitam a aproximação entre diversos setores, ensejando à Cultura o papel de agente de inclusão social.  Tanto a web, como celulares e laptops estarão presentes no registro e divulgação do evento, através da internet, do youtube e de outras mídias sociais que se oferecerem como possibilidades disponíveis a serem utilizadas. Isso incluirá a transmissão de concertos via streaming, bem como de workshops e palestras. Será de fundamental importância que o evento seja registrado em audiovisual, pelo que se propõe uma ação que permita pensar a documentação digital de uma memória do FAJ a ser disponibilizada pelo MISAM – SEC.

 

Rui Carvalho

Diretor Artístico Festival Amazonas Jazz

Regente Titular Amazonas Band

Quem faz o FAJ

Inês Daou – Produtora Executiva e Coordenadora Geral do FAJ
Rui Carvalho – Direção Artística

Getúlio Rocha Lima – Mâitre de Ballet

Rui Moreira – Coreógrafo Convidado

Fernanda Mattos de Souza – Iluminação

Clément Zular – Sonorização
George Boyd – Técnico de Pianos

FESTIVAL AMAZONAS JAZZ

INGRESSOS À VENDA